domingo, 30 de dezembro de 2012

2012: filmes e discos

Por preguiça ou falta de tempo, não vi o filme do amigo Tarr nem o do Haneke. Nem o Oliveira nem o Carax. Já não os vejo até final do ano. Ficam os dez que mais recordo. Os três ou quatro primeiros encheram-me o ano; os sete ou seis restantes têm pouca ou nenhuma ordem.

1. Tabu, Miguel Gomes


2. Moonrise Kingdom, Wes Anderson

3. Le Havre, Aki Kaurismäki


4. Oslo, 31 de Agosto, Joachim Trier

5. Vergonha, Steve McQueen


6. Era Uma Vez na Anatólia, Nuri Bilge Ceylan


7. O Meu Maior Desejo, Hirokazu Koreeda


8. As Voltas da Vida, Robert Lorenz


9. Os Descendentes, Alexander Payne


10. Millennium 1: Os Homens Que Odeiam as Mulheres, David Fincher



Quinze discos; não sei se há aqui ordem alguma:

  



Walkmen, Heaven
Norberto Lobo, Mel Azul
Kendrick Lamar, good kid, m.A.A.d city
Frank Ocean, Channel Orange B
Lee Fields & the Expressions, Faithful Man
B Fachada, Criôlo
Bill Fay, Life Is People
Fiona Apple, The Idler Wheel...
Flying Lotus, Until The Quiet Comes
Bobby Womack, The Bravest Man in the Universe
Mark Eitzel, Don't Be a Stranger
Mark Lanegan Band, Blues Funeral
Alt J, An Awesome Wave
Cat Power, Sun
Benjamin Biolay, Vengeance



Li pouco e li mal. Convém remediar isso.

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«I always contradict myself»

Richard Burton em Bitter Victory, de Nicholas Ray.